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15 março 2012

E se...

                          E se não fosse pela brevidade da vida
E se não fosse pela finitude das coisas   
E se não fosse pela voracidade do tempo
E se não fosse pela inconstância dos sentimentos
E se não fosse pela espera, do que passa e nem se vê.
E se não fosse pelas chegadas e partidas   
Que graça teria, o tal do “viver”?!?
(Joana Maria)

2 comentários:

rodrigo tomé disse...

É uma delícia te ler. Beijos...

Joana Maria disse...

Gracias...

Vindo de você, é muito importante pra mim!

Beijos...